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Airbnb e Starlink de Elon Musk se posicionam como atores humanitários na Guerra da Ucrânia

Atualizado: 13 de abr.


Foto: Viacheslav Ratynskyi/Reuters


Os atores humanitários são organizações, agências, grupos organizados que realizam ações, trabalhos humanitários. Desde a entrada da Rússia na Ucrânia, notícias sobre ajuda e respostas humanitárias para as consequências desta guerra estão em todos os noticiários. Segundo a ACNUR (Agência da ONU para Refugiados), mais de 500.000 refugiados já deixaram o país e estima-se que esse número pode chegar a 5 milhões de pessoas, gerando um drama humanitário global. E a crise de refugiados é somente uma das inúmeras que surgirão devido à guerra.


Diante deste cenário a ONU e agências humanitárias já se manifestaram e começaram a agir. Mas, nesse tabuleiro, estamos vendo também grandes empresas se posicionarem e agindo para ajudar a salvar vidas, prevenir que essa tragédia se aprofunde ainda mais e aliviar o sofrimento humano. É o caso do Airbnb que, seguindo a linha que fez durante a crise no Afeganistão, em agosto de 2021, anunciou agora 100 mil alojamentos temporários para refugiados ucranianos. Essas acomodações não terão um custo para os refugiados, elas serão financiadas pela empresa e doadores do fundo Airbnb.

Para garantir a conexão em meio ao conflito e, portanto, ajudar na comunicação no país, o empreendedor Elon Musk, enviou à Ucrânia um carregamento de terminais para o serviço de internet por satélite da sua empresa Starlink, podendo fornecer assim, conexão de internet em áreas atingidas pela guerra.

Assim como governos, agências e outras instituições, essas empresas, que têm muitas vezes faturamento maior que o PIB de muitas nações, são cobradas pela sociedade civil a se posicionar diante de grandes crises. Hoje, já não adianta mais ter somente um posicionamento no online, é necessário partir para ação, para o trabalho humanitário, em especial quando se tem poder econômico para tal.

Este posicionamento e entrada em crises se intensificou em meio à crise da COVID e muitas empresas já entendem cada vez mais seu poder de ajudar, transformar e, portanto, salvar vidas e contribuir para um mundo melhor. Claro que existe nessas ações um posicionamento de marca, o que também é muito cobrado pela própria sociedade. É por isso que empresas precisam também aprender cada vez mais como atuar nessas situações. Agir sem o conhecimento real e necessário muitas vezes pode atrapalhar mais do que ajudar. Para tal, ter profissionais capacitados, ou fazer parcerias com agências, ONGs ou negócios de impacto social, como a VV, é o caminho.





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